Relações Humanas

As diferenças entre química e compatibilidade nos relacionamentos e porque você não deveria ignorá-las

2021-06-07

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As diferenças entre química e compatibilidade nos relacionamentos e porque você não deveria ignorá-las

O ser humano é social por natureza e está o tempo todo buscando conexões com as outras pessoas, no entanto, às vezes pode se deixar iludir pela romantização dos relacionamentos e confundir algumas coisas. Quando falta autoconhecimento e amor próprio, paixões de verão podem ser facilmente consideradas amor pra vida toda e é exatamente aí que mora o problema. Existem diferenças cruciais entre química e compatibilidade que jamais deveriam ser esquecidas. Por isso, hoje vamos falar sobre isso e porque você nunca mais deveria ignorá-las.

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Foto: Christiana Rivers / Unsplash

Saber distinguir uma coisa de outra pode ser revelador, à medida que muitas relações simplesmente não são compatíveis e não se sustentam a longo prazo. Veja bem, é evidente que não podemos ignorar os sinais de que você tem química com alguém, afinal, como seres humanos, somos, antes de mais nada, animais e, instintivamente, temos o desejo de procriar. Porém, se a ideia for construir uma relação de parceria a longo prazo, outras variáveis também devem ser levadas em conta, e aí eu estou falando sobre compatibilidade.

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Foto: Sam Rios / Unsplash

Diferente da química, que é cega e passional, ela mora nas profundezas e diz respeito ao estilo de vida, valores e objetivos que parecem estar alinhados entre os envolvidos. Alguns sinais de que você tem compatibilidade com seu parceiro(a) incluem a capacidade de se relacionar com fluidez, de negociar, se comprometer, resolver problemas, definir e respeitar os limites um do outro e trabalhar em equipe.

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Foto: Bart LaRue / Unsplash

Em outras palavras, enquanto a química é o que buscamos inicialmente, é no nível da superfície – um desejo instintivo que estimula relacionamentos para começar; a compatibilidade é o veículo que conduz o relacionamento, constrói o amor romântico e cristaliza o vínculo que sentimos por nossos parceiros. O ideal é que um relacionamento possua as duas coisas, o fogo inicial e a capacidade se de construir algo no cotidiano. O que a gente não pode é romantizar os relacionamentos tóxicos puramente passionais, nos quais um ou nenhum dos envolvidos estão de fato dispostos a ceder e a se dedicar. Amor não vem pronto, amor é construção!

 

 

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